REFINO DE PETRÓLEO NO NORDESTE DEVE IMPULSIONAR ECONOMIA NA REGIÃO

Na segunda palestra do seminário “O Nordeste e o Pré-sal”, a realidade do refino de petróleo no cenário nacional é discutida pelo gerente executivo de programas de investimentos da Petrobras, Luiz Alberto Gaspar Domingues, que aponta para o novo posicionamento do mercado brasileiro para um negociações ′premium`, dentro de um prazo de 10 anos. Em 60 anos, a realidade da produção e refino do petróleo no Brasil deve mudar drasticamene, fazendo com que um dos países que mais dependeram da importação deste recurso natural desde a década de 60, passe a ser um dos principais exportadores internacionais até 2020.

 

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A evolução histórica do setor é inegável, partindo da reaidade de investimentos restritos a 54% em refino, na década de 60, passando por uma crise no setor, na década de 70, até chegar na realidade de 2009/2010, quando uma média de 250 mil barris de petróleo (pesado) são exportados no Brasil todos os dias. “A grande diferenciação vem a partir de 2014, quando, definitavemente, o mercado internacional passa a se relacionar com muito mais solidez com o Brasil e chega ao ápice em 2020, quando haverá muito mais produção que consumo. A previsão, então, é que comercializemos um total de 900 mil barris de petróleo por dia”, afirma.

A previsão, ainda mais animadora quanto aos derivados `refinados`, é baseada na capacidade produtiva das quatro refinarias atualmente em operação no país, que será reforçada pela COMPERJ, no Rio de Janeiro. Segundo Domingues, o desenvolvimento do refino do tipo Premium I e II, que trata da produção dos derivados do petróleo, a exemplo do diesel, deverá estar em plenitude em 2020, quando todas as refinarias estarão totalmente concluídas. “Nesse cenário, teremos capacidade de processar 3,196 milhões de barris, enquanto o mercado deverá absorver 2,794 milhões, o que significa uma capacidade de comercialização de pelo menos 400 mil barris de derivados do petróleo”, explica, destacando que a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujos investimentos contratados já excedem os 10,3 bilhões de dólares, terá papel decisivo nessa `independência do petróleo` na qual o Brasil deverá ser inserido.

 

 

 

Fonte: Redação diariodepernambuco.com.br

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