UFRJ TERÁ MAIS 4 MIL PESQUISADORES EM ÓLEO E GÁS

O Parque Tecnológico da UFRJ deve quintuplicar, até 2014, o número de pessoas trabalhando em pesquisa e desenvolvimento, das quais 80% serão voltadas para a área de óleo e gás.

 

Com a inauguração dos centros de pesquisa de empresas como a FMC, Baker Hughes, Tenaris Confab, GE, entre outras, em 2012, e a inauguração da Torre de Inovação em 2014, serão cinco mil pesquisadores trabalhando nas instalações do parque, localizado na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro.


De acordo com o diretor do Parque Tecnológico, Maurício Guedes, isso deve levar ao aumento no número de patentes produzidas no parque, hoje em torno de duas dezenas. “Temos uma concentração muito grande de pessoas num campus de uma universidade e focadas no setor petróleo. Especialistas do setor petróleo dizem que não há uma concentração dessa no mundo”, afirma Guedes.

O executivo lembrou que o parque tecnológico receberá companhias que costumam investir cifras significativas em P&D, como a Technip, e a BG, que investirá, nos próximos dez anos, R$ 1,5 bilhão no Brasil, além da GE. “A GE investe US$ 3 bilhões/ano em pesquisas, 12% do investimento total brasileiro em P&D em um ano”, salientou Guedes durante evento de assinatura de convênio entre a UFRJ e o Sebrae-RJ para desenvolvimento do projeto de análise de viabilidade da Torre de Inovação, que abrigará cerca de 100 empresas de pequeno e médio portes no parque tecnológico.

Independência

Para o Reitor da UFRJ, Anísio Teixeira, a instalação do prédio, orçado em R$ 150 milhões, está em linha com o plano do país de não se manter dependente de empresas estrangeiras de tecnologia. “Estaríamos nos condenando se nos mantivéssemos presos a essa lógica”, justificou.

Já o diretor de Tecnologia da Coppe/UFRJ, Segen Estefen ressaltou que o investimento é fundamental para que o Brasil esteja preparado para fases subseqüentes à explosão de atividades de exploração e produção de O&G. “É preciso plantar as sementes para o pós-petróleo. Criar cultura de empresas produtivas para levar o país para além da fase do petróleo”, argumentou.

 

 

 

Fonte: Energia Hoje, via Gás Brasil

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